//A noite foi até agradavél, ao menos cobertores suficientes eles tem. Agora o que me resta é dar uma volta por ai.//
Odisseu se levantara logo cedo de sua cama. O dia anterior havia sido bastante agitado; havia chegado a 'Quasar Atenas' e sua ficha havia caído. Não estava mais dentre seus amigos. Agora Odisseu era apenas um dentre os tantos garotos novatos naquela nova escola. Não estendeu sua cama naquela manhã um tanto quanto gélida. O sol não tinha calor suficiente para que aquecesse a ilha de Pallas. Ainda havia a camada de gelo que estava sobre os pátios no dia anterior. Odisseus logo se levantara.
No chão, ao lado de sua cama, estava o mesmo livro que lia no navio que o trouxera para a escola. O menino havia lido aquele livro antes de dormir, uma rotina que se repetia todas as noites. O menino não demorou em guardar seu livro em cima do malão que ainda estava desarrumado. Odisseu tinha planejado arrumar suas roupas em seu armário no dormitório da Monoceros, sua casa, depois que desse uma olhada no ambiente. Não demorou muito e já estava com os dentes escovados, o cabelo penteado e o rosto limpo e sem marcas do sono. Decidiu ir até o Salão principal. Deviam servir um café da manhã, assim como faziam em Beauxbatons.
//A comida é boa, porém Beauxbatons tem o seu lugar. 'Minerva com certeza passaria fome'//
Não demorou muito e já estava na mesa da Monoceros, sentado em um canto. Como todo visitante ou recém chegado Odisseu estranhava a comida de Quasar Atenas. Talvez porque estava acostumado com os temperos de Beauxbatons ou talvez porque sentia a falta de Minerva. Por um momento o garoto pousou o garfo em seu prato e ficou fitando a parede. Sua visão embaçou e ele gostara do que vira. Via Minerva se aproximar. Era ela mesmo: seus olhos inebriantes e seus cabelos loiros como o sol, loiros como a... a... torta de maracujá?
Sim, torta de maracujá. Fora isso que Odisseu vira quando abriu os olhos. Uma linda torta de maracujá, amarela como só ela, que estava a sua frente. O menino balançou a cabeça e decidiu se levantar. Sabia que iria demorar para fazer amizades e para poder esquecer seus amigos que estavam, agora, longe do dele. De cabeça baixa deixou o salão principal que, em seu teto, reluzia um céu enevoado. Aquilo lhe transmitia qual a situação do tempo que iria encontrar do lado de fora da escola, Odisseu não reparara nisso.
Realmente o céu estava com nuvens cinzentas por todos os lados. Devia se tomar um certo cuidado ao passar pelo pátio de Quasar Atenas para não se escorregar ao pisar nas finas camadas de gelo que estavam ali no chão. Odisseu reparara que a poucos dias nevava, isto era verdade. Para tentar se proteger um pouco do vento frio que batia em seu corpo o menino colocou os braços dentro dos bolsos das vestes. Continuou sua caminhada, deixando o pátio da escola e começando a andar pelos jardins, castigados pelo frio.
//Lugar estranho esse... e isso são corujas?//
Logo o menino chegou a um lugar onde árvores tampavam um prédio que mais parecia uma das capelas da França. Odisseus ia se aproximando vagarosamente, com certo receio. Pode ver, ainda não muito perto, algumas corujas, duas na verdade: uma branca como a neve e outra marrom como chocolate, saindo com pergaminhos pendurados nas patas. Presumiu, pelo obvio, que ali seria uma espécie de Corujal. Beauxbatons não tinha um corujal. Odisseu se animou por cogitar a possibilidade de sempre trocar cartas com seus amigos na França.
Logo se aproximou dentre as árvores que deixava o ambiente um pouco sinistro. Odisseu pensara logo em como Minerva se comportaria sabendo que uma escola tinha um corujal para que pudessem mandar cartas. O grupo de amizades de Odisseu em Beauxbatons sempre gostara muito de escrever aos seus familiares contando tudo o que estava acontecendo na escola. Era um costume e, as vezes, até um ritual. Logo o garoto passou pela porta do prédio e encontrou vários poleiros onde estavam, quietas, varias corujas de muitas cores e espécies diferentes.
Odisseu ficara próximo a porta e olhou para o alto onde pode ver as aberturas pelas quais as corujas saiam com as cartas para serem entregues. Não demorou muito e deu mais dois passos em direção a uma mesa a um canto que tinha, sobre ela, alguns pergaminhos, pena e tinteiro. Já sabia para quem escrever: Charles, Jake e 'Donna. Poderia escrever para Minerva, mas ela não o responderia.
____________This is my time___ ___________This is not a place for playing solitaire__
Sexto Ano Drago
Skinny little Nancy Callahan
She grew up
She filled out
Watch your back
Don't think you know her
'Cause as she easily
Arrive in your life...
Like that
She's gone
Re: Depois da chegada sempre vem o primeiro dia...
Choro. Gritos. Lágrimas. Luzes muito fortes. Então, a jovem Nancy Callahan acordou, molhada de suor e ofegante. Olhando para os lados, levou um certo tempo para poder se lembrar do local em que estava. Aquele mesmo pesadelo de sempre. Já não o tinha há algum tempo, mas suas noites de bom sono pareciam estar acabando.
Era cedo. Nancy não costumava acordar muito cedo, porém, sabia que não conseguiria pegar no sono novamente. Então decidiu levantar. Ficou um tempo contemplando a visão pela janela do seu dormitório para depois se dirigir até o banheiro e dar conta de seus "afazeres matinais".
Lembrando-se do frio que estava no dia anterior, a jovem vestiu um sobretudo bege por cima da blusa de lã vermelha e da calça preta que havia vestido antes. Dando uma última olhada no espelho para ajeitar o cabelo antes de sair, a moça foi andando até o salão para tomar café da manhã.
Sentou-se na mesa da Drago e olhou para os lados. Seus primos e o resto do grupo não parecia ter acordado ainda. Detestava ser a primeira a acordar... Não gostava de ficar muito tempo sem nada para fazer.
Não sentia fome. Olhou para o prato que havia feito e sentiu-se levemente indisposta. Após "beliscar" alguma coisa, decidiu deixar o resto no prato e seguir para algum lugar. Caminhando, ela pensou em Becky, que não pudera acompanhá-la a Quasar Atenas. Como estaria Becky?
Por seu aleatório caminho, Nancy pôde avistar o corujal ao longe. Seria uma boa idéia? Bom... Ela não estava fazendo nada de qualquer forma... Se não servisse para nada, ao menos seria uma maneira de passar o tempo.
Seguiu a trilha até o corujal observando atentamente o caminho. Gostava de prestar atenção nos mínimos detalhes dos lugares por onde passava. Eles poderiam se mostrar úteis depois, como já havia acontecido várias vezes na escola em que estudava antes.
Chegando ao local de destino, Nancy viu uma mesa com pergaminhos, penas e tintas, e outra com tudo isso mais um rapaz que parecia estar compenetrado escrevendo uma carta. A moça observou-o com uma certa curiosidade, que poderia se misturar com um "leve" tom de malícia.
Não conseguia realmente ver a aparência do rapaz, mas esperava que fosse bonito, como era a sua expectativa para com todos os rapazes de Quasar Atenas. Ela se sentou na outra mesa e por um segundo até pensou no que escreveria para Becky. Então, satisfeita por achar alguém com quem pudesse, quem sabe, "brincar", ela disse:
- Difícil encontrar inspiração para escrever uma boa carta, não acha?! Para ser sincera, cartas não são bem o meu forte... - ela levantou-se e caminhou até o rapaz, com um olhar levemente provocativo, e estendeu-lhe a mão num sinal de cumprimento - Nancy Callahan. Você seria...?
Wanna get rowdy
Gonna get a littleunruly
Get it fired up in a hurry
Wanna get dirrty
It's about time that I came to start the party
Sweat dripping over my body Dancing getting just a little naughty
Wanna get dirrty
It's about time for my arrival
Re: Depois da chegada sempre vem o primeiro dia...
// "É dificil estar longe, Jacke. É dificil não ter pessoas com que conversar. Logo sei que poderei retornar a Beauxbatons: um dia... um dia..." //
Odisseu se concentrou nas letras de forma e corriqueiras que fazia no pergaminho que estava a sua frente. Podia escutar apenas um barulho, um tanto quanto irritante, da pena enconstando no pergaminho. Odisseu tentava passar a jacke, um dos seus melhores amigos, tudo o que estava sentido. Todos os seus sentimentos de ter de deixar Beauxbatons e de ter perdido Minerva. Tão cedo. Tão cedo.
Logo pode escutar alguns barulhos vindos de sua frente. É verdade que acreditou ser algo como as corujas deixando o corujal a fim de levar ou buscar alguma carta. Desta vez errou. Era uma bela garota. Ela se parecia com Minerva. Odisseu parou, sua vista embassou, seu coração acelerou. Ficou olhando para a garota a sua frente como se fosse a última coisa a fazer em toda a sua vida, era como um útimo suspiro.
//Ela tem os olhos azuis de Minerva, ela tem os cabelos loiros de Minerva, ela tem a pele clara de Minerva... seria Minerva? Merlim! O que esta acontecendo comigo?//
A mão de Odisseu suou. A pena caiu na mesa, escorrendo tinta em suas mãos. Sua testa começava a ficar molhada. Acreditava estar vendo Minerva, o grande amor de sua vida, a sua frente. Não podia ser... Minerva estava morta! Ela morreu, seus pais morreram... aquele maldito dragão acabara com a vida da menina e acabara com os sonhos de Odisseu! O garoto ficou observando a garota a sua frente que havia se sentado. Neste momento uma coruja de cor acizentada pasou ao lado de Odisseu, partindo por uma das aberturas do alto do predio.
O garoto escutara a garota que já estava a sua frente. Lhe estendendo a mão. Ele suspirou fundo, tentou se recompor. Não podia fazer feio. Sabia que não podia ser Minerva a sua frente. Ele piscou os olhos e esbarrou, apenas com o olhar, com a bela mão da menina estendida a sua frente. Com certeza não era Minerva, aquela linda garota se chamava Nancy, não era Minerva. O garoto se levantou da cadeira, a jogando, sem querer, no chão. Não olhou para traz, não quis fazer feio. Estendeu a mão para a menina e logo a respondeu.
_ Pendragon - Fez uma pausa, piscando lentamente os olhos, se esforçava para não chorar, graças as lembranças de Minerva. - Odisseu Pendragon.
Apertou a mão da garota. Logo se virou para traz, ao largar sua mão. Arrumou a cadeira e logo se virou para frente novamente. Queria puxar um assunto. Sem muito se demorar, alou em um tom rápido.
_ Sou novato em Quasar Atenas. Venho de Beauxbatons, uma escola de magia e bruxaria que fica no sul da França.
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Re: Depois da chegada sempre vem o primeiro dia...
A medida que Nancy se aproximou do rapaz que ali se encontrava, e que ele se deu conta da sua presença ali, ele pareceu ficar desconcertado. Olhava para ela de uma maneira estranha, mas isso não a incomodava. Na verdade, ela estava acostumada em deixar as pessoas desconcertadas, e isso intimamente a satisfazia.
O rapaz respondeu ao cumprimento que a jovem fizera, ainda meio aturdido. Olhava para ela, dando a impressão que desejava tirar alguma outra imagem de sua mente. Ela sorriu numa falsa inocência.
_ Pendragon. Odisseu Pendragon.
Nancy então reparou que ele deixara cair sua pena e a tinta estava sujando sua calça. Sem dar tanta importância, ela se abaixou e pegou a pena e a tinta sem tirar os olhos do rapaz por um só segundo. Ela ia fazer um comentário quanto ao "incidente" quando o rapaz, Odisseu, se antecipou e disse:
_ Sou novato em Quasar Atenas. Venho de Beauxbatons, uma escola de magia e bruxaria que fica no sul da França.
Ela acenou com a cabeça. Conhecia Beauxbatons. Becky estava lá. Mas Beauxbatons não aceitara Nancy, por isso ela estava ali. Contudo, estava satisfeita por estar ali. Ao menos não estava sozinha, apesar de não ter a companhia de sua prima.
- Sou nova aqui também. Venho de uma escola canadense certamente desconhecida para você. - ela olhou para a calça suja do rapaz e continuou - Melhor dar um jeito nisso antes que manche...
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Re: Depois da chegada sempre vem o primeiro dia...
Agatha estava deitada em sua cama, ela não conseguira dormir denovo, ela se levantara fora ate a janela ver como estava o tempo, Agatha ficara feliz com que vira o sol aparecia mais não forte o que Agatha dava graças a Merlim pelo tempo não estar bom com um belo sol e pássaros cantando isso dava enjôo em Agatha. Agatha vestiu sua saia ate comprida de seda bordada a mão preta e sua blusa de alça fina azul escura, penteou seus longos cabelos negros. Agatha descera para comer já era meio tarde, Agatha sentou-se na mesa da Drago onde havia poucas pessoas sentadas Agatha fez como sempre sentou-se longe te todos tomou seu suco e se retirou ela odiava comer qualquer coisa de manhã.
Agatha caminhava pelos jardins, quando lembrara que tinha que mandar um carta para seu irmão já que ele era o único parente vivo de Agatha, apesar de que não podia chama-lo de parente já que não era seu irmão de sangue, mais estava sempre ao lado de Agatha nos piores momentos. Agatha caminhara ate a torre do corujal.
Agatha estava subindo a escadaria quando escutou voz, logo Agatha pode percebeu eram duas vozes uma feminina e outra masculina, Agatha não sabia se ia embora ou subia o resto da escada “vamos” pensou ela. Agatha continuou subindo quando chegou viu uma a menina que conhecera no encontro da Drago, Agatha estava descendo os dois na haviam ainda percebido a presença de Agatha quando sua coruja piou bem alto e voou ate Agatha, era uma coruja branca a coruja do Rei, era um coruja rara ela só vivia em lugares frios e sua espécie estava ameaçada Agatha esticou seu braço a coruja parara em seu braço.
- Vejo que estava com saudade? – Disse Agatha carinhosamente para sua coruja.
Não tinha jeito de Agatha fugir o que restara era sorri e se apresentar, mas mais um vez a vida pregou uma peça em Agatha o garoto ali presente parecia com seu velho amigo “ será que eles são parentes” pensou Agatha.