Guardiã das Chaves Professora de Elementais Biografia
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(3/8/05 16:50)
Festa de ReaberturaO brilho do salão aquela noite estava especial. As cortinas de seda, pendiam com leveza na frente das grandes janelas que deixavam a luz da lua entrar. Juntamente entrava a leve brisa gelada da noite. Afinal o inverno ainda não tinha terminado. As luzes batiam nos cristais límpidos dos lustres que faziam refletir por todos os cantos. Toalhas de linho branca em todas as mesas, flores brancas, prataria polida, tudo indicava que esse momento havia sido esperado com muita ansiedade.
Para diferenciar as mesas, apenas os detalhes. Cada casa com suas cores. O verde da Drago em suas duas nuances. O vermelho da Monoceros com pequenos pontos pratas. Amarelo e azul da Phoenix e o rosa e preto da Vulpecula. A mesa da direção ganho cores de todas as casas. Afinal ali tudo se encontrava.
No meio do salão, a clareira para as danças e burburinhos. Tudo estava perfeitamente arrumado. Na hora exata, as 20 horas, os elfos abriram o salão.
Luna já estava na porta, abrindo o livro de presença. Pronta, com o vestido todo branco deixou o livro aberto e ficou na porta para receber a todos.
- Que Merlin abençoe!
Livro de Presença
Queridos alunos, professores e convidados,
Queremos celebrar com todos vocês nossa volta as atividades! E desejamos guardar em nossos registros a presença de todos vocês.
Atenciosamente
A Direção.
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A esperança é um ótimo dejejum,
mas um péssimo jantar
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(3/8/05 19:28)
Re: Festa de Reabertura
Agatha estava cansada da viajem e principalmente da demora por chegar em QA, o dia havia melhorado o que para Agatha era horrível ela odiar sol ou dia com muita claridade. Agatha havia convencido ao cocheiro a levar o mais de pressa possível ao castelo a carruagem havia vários lugares mais só tinha Agatha era claro que ela não iria dividir um carruagem com ninguém. Ao chegar na porta do colégio Agatha espirou fundo e entrou bem na porta estava Luana a diretora da Drago, ela estava linda com um vestido branco e com um livro aberto. Agatha se aproximou-se.
- Bom dia senhorita Signore – Disse Agatha meio seria,
Então ou para o livro aberto e leu Livro de Presença
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Agatha entou ficou ali para esperando a pena para escrever no livro.
Off: Ta tosco não sei mais escrever como antes...aff
Skinny little Nancy Callahan
She grew up
She filled out
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Don't think you know her
'Cause as she easily
Arrive in your life...
Like that
She's gone
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(3/8/05 20:03)
Re: Festa de Reabertura
Conduzida pelos monitores juntamente com alunos novatos, Nancy chegara ao salão principal. Tudo estava arrumado para a festa de abertura de Quasar Atenas. A jovem Callahan olhava com uma leve curiosidade de quem chegava no local pela primeira vez.
Reparava em cada detalhe da arrumação. Muito detalhista, reparava em cadeiras que se destoavam da linha, toalhas de mesa ligeriamente emboladas, enfim, todo pequeno detalhe que estivesse "fora de ordem". Porém, ela não podia negar: O lugar fora bem arrumado.
Ao entrar, viu uma mulher que esperava parada ao lado de um livro, pela chegada dos alunos. Presumindo que fosse a diretora ou coisa parecida, Nancy já começara a analisá-la. Depois, desviou sua atenção ao livro:
Livro de Presença
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A moça olhou para os lados esperando qualquer tipo de confirmação para assinar. Não obtendo, resolveu fazê-lo do mesmo jeito. Pegou a pena que se encontrava ao lado do livro e assinou seu nome. Depois olhou novamente para a mulher que ali se encontrava e deu um sorrisinho sem emoção. Percebeu que ela falara algo, mas não dera importância para entender o que havia sido.
Nancy então se dispersou do grupo, na intenção de olhar algumas partes do salão que lhe interessavam. Olhou para os lados a procura de alguma das pessoas que vieram com ela, mas, não os achando, voltou sua atenção para a arrumação do salão.
Wanna get rowdy
Gonna get a littleunruly
Get it fired up in a hurry
Wanna get dirrty
It's about time that I came to start the party
Sweat dripping over my body Dancing getting just a little naughty
Wanna get dirrty
It's about time for my arrival
// É mesmo: as festas. Porque temos de freqüenta-las mesmo? Não seria melhor ficar ao redor da lareira do Salão comunal conversando com nossos amigos? //
Odisseu sabia muito bem que, após ser conduzido pelos monitores chefes até dentro do castelo, iria se iniciar a Festa de abertura do ano letivo. Todas as escolas tinham as benditas festas. Até que, depois de algum tempo, quando se tem amigos, não há nenhum problema em ir até um festa, afinal você terá, ao menos, com quem conversar. Mas, logo no primeiro dia do ano? Isso não era nem um pouco agradável ao pensar de Odisseu que seguia, juntamente com os vários novatos, até o que, provavelmente seria, o Salão principal do castelo. Odisseu caminhava por entre os alunos novatos, a maioria o primeiro ano.
Seus sapatos tinham um solado firme que deixavam as marcas de seus passos no chão do pátio da escola que estava, assim como o porto, com uma fina camada de gelo. Odisseu não conversava com ninguém, ao contrário de alguns que já começavam a fazer amizades. Estava observando o ambiente que o circundava e o comparava, mesmo que não sendo proposital, a ilha de Beauxbatons. O castelo de Beauxbatons tinha um arquitetura mais luxuosa, é verdade. Era diferente daquele estilo grego que ali se apresentava. Tudo era diferente, afinal não tinha seus amigos ali. Era apenas mais um dentre os tantos alunos que seguiam os monitores chefes.
Logo o grupo adentrou, passando por algumas portas extremamente grandiosas, o Salão principal. Um vento lhe percorreu a espinha. Nada tinha razão se Minerva não estivesse ali. Odisseu não gostava de festas, é verdade, mas se aquela garota dos olhos inebriantes e de cabelos loiros como o sol estivesse ali tudo seria diferente. Talvez ele ainda estivesse em Beauxbatons, talvez ele não teria ido para 'Quasar Atenas'. Odisseu não deixou de perceber o que estava a sua volta. As cortinas de seda pousadas nas janelas trepidavam graças ao vento que entrava pelas frestas das janelas.
Logo pode ver o que estava a sua frente: cinco mesas. Uma era totalmente mesclada em verde, outra era em um tom rosa repugnante, havia uma azul e amarela, outra, talvez a que mais chamara a atenção de Odisseu naquele momento, era vermelha. Ao fundo uma mesa, dos professores e diretores, provavelmente, era mesclada com todas essas cores o que lhe parecia um grande carnaval. O menino fora surpreendido pela presença de uma bela mulher que pedi as assinaturas de todos.
// "Odisseu Pendragon" e que Merlim me abençoe! //
Odisseu assinara com uma certa incumbência de nervosismo. Mal chegara em Quasar Atenas e já tinha de assinar um livro onde 'marcaria seu nome na história'. O garoto logo entregou a pena para um pequeno garoto que estava as suas costas e adentrou o Salão principal. Sabia muito bem que deveria ser selecionado para uma das quatro casas da escola. Sempre fora assim, em toda e qualquer Escola de Magia. Odisseu não se demorou em saber para qual casa iria. Com o coração apertado e a mão suando fora selecionada para uma casa intitulada Monoceros. Fora com felicidade que recebera aquela noticia.
// Sim! Monoceros é a casa onde sentam os alunos da mesa vermelha... e agora? "Am I a proud Monoceros?"//
Logo Odisseu se dirigiu a mesa vermelha onde sentavam alunos que vestiam veste vermelhas e pratas. Ainda, é verdade, não sabia quais as características de cada casa ou quais eram os lemas das mesas. Odisseu ficara satisfeito e conformado por ter ido para a casa Monoceros, simplesmente pelo fato de não gostar de rosa, não achar verde uma cor agradável e achar o azul do céu o suficiente de azul em sua vida. Odisseu gostava de vermelho e achava que vermelho e prata combinavam, assim como um e um são dois.
Logo se sentou em um canto mais isolado da mesa. Não tinha, é verdade, pretensão para nada naquela noite. Na verdade pretendia subir logo para seus aposentos: estava fazendo um pouco de frio e, frio e cama sempre são uma boa pedida para uma noite de tantas novidades.
[[off]]Como não sei como funciona, em ON, a seleção simplesmente disse que ele recebeu a noticia. Se alguém da Monoceros quiser interação, eu não recuso![[off]]
____________This is my time___ ___________This is not a place for playing solitaire__ ___Tell me where you want me______________
~No matter what,
life is beauty,
day is just a path
for all dreams.
And why not?~
Vim, vi e... Vulpe!
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(9/8/05 9:57)
Re: Festa de Reabertura
Voltar. Eita, palavrinha difícil e fácil. Ah, sim... Fazia um bonzíssimo tempo que, desde que qa fechou-se, ela não pisava por lá. Estava esperando alguma coisa de pompa, alguma pessoa por lá, qualquer movimentação possível. Mas tudo estava vaziosinho da silva sauro- nem uma VIVA alma lá! E do jeito que a vulpeculiana gostava de movimento (adquirira esse gosto havia pouco tempo)..
- Senhor Mérlin Amado, cadê todo mundo?
Holly Golithly. 1,60 de altura distribuídos de forma proporcional. Estava ela a pensar aonde estaria a farra. Ajeitando seus cabelos negrescos levemente encaracolados e cacheados, ela fez uma careta com sua boca pequena, franzindo as sobrancelhas e empinando o nariz, como que ainda incrédula de tudo aquilo. A pequena norte-irlandesa bruxa não esperava que seria uma das primeiras a chegar por aqueles cantos. Ah, não.. Com seu jeito simples, ficou perambulando sem parar, arrastando seu pé como sempre fazia.
Estava bem-apessoada. Quer dizer, usar um vestido de chita e uma jaqueta jeans cor de creme por cima era algo leve, confortável e sutil. Ao mesmo tempo demonstrava que ela ainda tinha jeito de criança. Uma eterna criança.E, como uma, ficou esperando, com toda a impaciência do mundo, o resto...queria que houvesse uma festa logo, algo que balançasse a todos. Sabia lá o que poderia ser, contanto que FOSSE! E finalmente havia achado naquele local.
Lá já tinham pessoas..3 garotas, contando com ela e a diretora, ou alguém com um cargo importante, naquele local todo enfeitado.. Ela não esperava também por isso. Ou esperava, mas não tao imponente. E percebera que não estava tão glamourosa ou "fancy" como as outras. Mas pouco se importava. Só queria uma diversão, algo para começar super bem o ano.
Comida. Era tudo o que precisava. Tudo mesmo. Porque não tinha manias ou surtos psicóticos de dietas mirabolantes. Era magra, mas porque a natureza era generosa consigo. Adorava comer o que pudesse. E simplesmente era assim, ponto. Sorte que havia trazido um sanduíche para não sentir fome.
- Sanduíche-íche...
Começou a rir descontroladamente. Aquela lembrança que havia visto de uma mulher falando de forma gaga a fez perder o mal-humor.
-As pessoas precisam saber-saber que até um sanduíche-íche..- repetiu, às gargalhadas. Aquela trouxa a fez se divertir muito, apesar de saber que era um pouco de crueldade rir da desgraça alheia.
Talvez as outras começassem a olhar para a cara dela e achassem que tivera uma loucura pordetrás da cara de comportada. Mas ela era assim mesmo, bolas!
E esperava achar o príncipe encantado. Conseguiria ela? os tempos são difíceis para sonhadores.
Angel Eyes With a Cold Heart A Sanguinária ¤¤ Only Human ¤¤
Chama Eterna, Phoenix Sempre! Pro alto e avante Phoenix! O céu não é o limite!
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(9/8/05 11:43)
Re: Festa de Reabertura
Depois de toda arrumada, Patricia se dirigiu ao Salão principal. Sabia que lá é que as coisas iriam acontecer. Afinal, só quando chegasse ali iria rever pessoas que conhecia. Isso iria fazer a ficha cair que tudo tinha voltado ao normal. Assim, trajando um vestido azul marinho ela chegou a porta do salão.
- Aqui estamos...
Vendo a lista para assinar, esperou a sua vez. Assim que chegou no livro, deu um pequeno sorriso e escreveu:
Patricia Drake - Phoenix
- Agora vamos á Festa!!
Foi quando viu um rosto conhecido. Era Agatha, uma garota da Drago que estava parada ali na porta. Patricia conhecia várias pessoas daquela casa, até porque o namorado tinha estado naquela casa. Saber onde Solan estava já era um misterio.
- Agatha!!?? Percebi que a tempos está ai na porta... ao menos desde a hora em que cheguei... Podemos não ser graaandes amigas... mas como tem passado??
"I reach - beyond myself to see
What I find, beyond my mind, there is no time
In this place beyond my sight
My heart knows what is not yet seen
I'm witnessing my own becoming"
Silêncio e Mistério...
Letras invisíveis
e bilhetes incendiários
Nunca nos vimos antes
Não fale, apenas olhe!
E um dia, direi o motivo...
"Se não pode vencer
o inimigo, suborne-o"
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(9/8/05 15:03)
Re: Festa de Reabertura
Acompanhada de Logan e Paige, Eliza deixou os domínios da Drago em direção a festa. Usando um vestido bordô e cabelos soltos seguiu ao lado do namorado e da pequena. No caminho, claro algumas recomendações.
- Paige, tente não provocar seu pai por ele estar como diretor da outra casa hein... - Eliza parou e ajeitou o cabelo da menina que caia nos olhos - ...Mas se alguem a provocar, você sabe o que fazer! -piscou- A Luna já deve estar lá na festa e hoje você vai ficar uma parte da festa com eles...
Eliza olhou para Logan e disse baixinho "-Para não dizer que vai ficar a festa inteira...".
- Agora vamos....
Chegando na frente do salão Eliza foi e escreveu seu nome e esperou que os dois fizessem o mesmo. Enquanto isso viu algumas pessoas paradas logo na entrada. Mesmo sendo não conhecendo alguns, e sabendo outros não eram muito de conversa, mesmo assim foi cumprimentar.
- Boa Noite! Patricia! Agatha....- ao passar por mais uma menina repetiu- Boa noite... .... Senhorita Signore!!! Como está?? Tem alguém aqui que está morrendo de saudades suas...
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(10/8/05 16:02)
Re: Festa de Reabertura
No primeiro momento da festa, Luna iria se encarregar de receber os alunos. O que para ela era um prazer. Não demorou muito em seu posto até chegar o primeiro. Corrigindo a primeira. Era Agatha. Esta veio cumprimentar Luna um pouco séria.
- Boa noite Agatha! Fico feliz em revela! Seja bem-vinda... aproveite a festa e qualquer coisa... bem você sabe!
Enquanto respondia, uma outra garota (Nancy) passou por elas, assinou o livro e entrou. Luna só teve tempo de acenar. Um outro garoto entrou um tanto sério (Odisseu). Luna ficou pensando que crianças sérias. Talvez nervosismo por não conhecerem ninguém. Outra chegou, (Holly) esta já parecia um pouco mais bem humorada.
- Boa noite querida e seja bem-vinda! - logo apos acenou para Patricia - Patricia!! Boa noite se divirta! Apenas pegue isto...
Luna apenas pegou na mão da garota e enfiou um pergaminho na mão dela e sorriu. Ao se despedir dela, ouviu uma voz familiar chamando.
- .... Senhorita Signore!!! Como está?? Tem alguém aqui que está morrendo de saudades suas...
- Eliza!!! Querida como está??? Eu estou muito bem! E aliviada tenho que confessar! - enquanto a menina não chegava, Luna perguntou - Paige, como se comportou? Espero não ter dado trabalho para vocês...
Esperando as respostas, Luna foi até a frente, e chamou animadamente a todos:
- Vamos todos entrando... a festa vai que começar!!!
(off: Odisseu Pendragon - não tem problema nenhum o jeito que você fez o rp. Nós não costumamos fazer seleção em on, quem quer pode fazer a vontade! Aqui é apenas a festa de abertura mesmo mais para reunir... chance para fazer rp. então esteja a vontade)
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(10/8/05 19:54)
Re: Festa de Reabertura
Agatha estava ali parada igual uma palhaça, ela já estava cansada e logo depois dela chegou uma menina que também ficara parada na porta quando passou Patricia Drake – Phoenix, Agatha a conhecia dos velhos tempos era uma das poucas pessoas que Agatha não achava imbecil da Phoenix uma das casas que Agatha não gostava muito das pessoas de la geralmente pois eles defendiam os trouxas o que Agatha chava nojento. Agatha estava com mais vontade de ir para torre da Drago do que ficar nas festa com algumas criancinhas, antes que Agatha respondesse a pergunta de Patricia, Elizbeth também chegou feliz da vida Agatha não sabia o porque te tantas alegrias Agatha estava cansada mais abriu um sorriso. Colocou seu nome no livro.
- Tenho passado otimo..longes de trouxas ou sabe o quê? E Boa noite Elizbeth – Disse Agatha não querendo falar do Sangue-Ruim naquele lugar- Bem vamos entrar e aproveitar a festa.
Na voz de Agatha percebia que ela não estava com animo de festa, ela andou de vagar ate chegar a mesa da Drago que estava vazia, Agatha se sentou se no meio da mesa colocando os cotovelos na mesa, Agatha passava a cara de tédio e cansaço.
Well, I´m here to try to teach
something to you, child.
And I´ll teach only if you
really want to learn.
~~~~
Vows are spoken to be broken Feelings are intense. Words are trivial. Pleasures remain, so does the pain.
Words are meaningless.
And forgettable. Enjoy the silence.
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(11/8/05 16:22)
Re: Festa de Reabertura
Ele estava animado com a nova oportunidade que recebera, trabalhar em uma escola diferente seria muito bom, em um cargo elevado melhor ainda. Estava agora como diretor de uma casa, coisa que sempre sonhara conseguir, mas em Hogwarts era meio difícil.
Esse convite só fez provar que o homem que agora saia de capa negra de seu escritório novo e rumava para o salão principal do castelo de Quasar Atenas era mesmo qualificado. O melhor de todos, para dizer a verdade.
O homem alto que seguia a passos largos pelos corredores muito limpos, que por sinal deviam ter dado um trabalhão para os tantos elfos de Quasar Atenas, se chamava Colin Ledger Vaughn.
Ele não tinha amigos, não tinha uma esposa, não amava ninguém, tinha um humor negro terrível, um estranho gosto por artes “ocultas” (para não dizer das trevas) e um ego extremamente inflável.
Ele caminhou por alguns minutos e por fim chegou ao salão, ao longe viu uma professora, uma mulher muito bonita que ele ainda não tivera o [des]prazer de conversar, mas imaginava que fosse uma professora, visto que dava as boas vindas e abria um livro que Colin imaginava ser o livro de abertura.
Colin se sentou em sua cadeira na mesa dos professores, observando alguns alunos que entravam e conversavam alvoroçadas entre si, já imaginando quais dos Dragos teriam a sorte de serem seus escolhidos como monitores. Estes com certeza seriam muito sortudos, mas para isso, teriam que ser de confiança e terem muito do que Colin apreciava em uma pessoa.
Sexto Ano Drago
From deep inside of me a secret i've kept locked away.
No one can ever see
wounds so deep they never show.
They never go away,
like moving pictures in my head.
For years and years they've played.
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+. So, Be afraid of me, loser.
I am the best.
And If I don´t have,
Then nobody will.
Got it?
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(11/8/05 16:53)
Re: Festa de Reabertura
A linda, sem modéstia, Aimeé, quis matar a direção de Quasar Atenas quando foi informada de que haveria uma festa de abertura do ano letivo.
Ela não teria nem a chance de se vestir e fazer uma maquiagem para ficar mais apresentável na tal festa.
- Que idiota esse pessoal! – Pensava consigo enquanto entrava no salão, segurando sua capa de viagem.
Ouviu a baboseira da mulher do vestidinho branco cafona que deu as boas vindas, revirou os olhos e assinou o livro que ela deixara ali sobre a mesa sem nem ler o que havia escrito nele, entrou no salão, tentou dar um jeito no cabelo passando a mão por ele, sem resultado.
Desistiu, ela sabia que era linda, que mesmo se estivesse vestida com trapos jamais poderia ser chamada de feia.
Olhou em volta. Era assustador não conhecer ninguém assim. Bom, quem se importa? Certamente não Aimeé, não mesmo. Nunca precisou de ninguém mesmo...
Mas mesmo assim estava assustada, correu o olho pela mesa dos professores. Lá tinha um homem aparentemente mal humorado.
- Somos dois... – pensou consigo mesma.
Se sentou em uma cadeira e ficou a esperar, rezando para que acabassem logo com aquela palhaçada e mandassem-os para o salão comunal.
Something takes a part of me. Somethinglostandnever seen. Everytime I start tobelieve,something's raped and taken from me... Life's got to alwaysbe messing with me. Can't they chill and let mebe free?Can't Itake away all this pain. I try to every night,all in vain...
Sometimes I cannot take this place. Sometimes it's my life I can't taste. Sometimes I cannot feel my face. You'll never see me fall from grace. Something takes a part of me.
O salão principal do castelo de Quasar Atenas era todo esplendor, e não era de se esperar outra coisa, devido à animação que havia se espalhado entre a comunidade élfica durante aquela semana. Depois de seis meses de jejum, eles teriam uma horda de aluninhos famintos para alimentar, nada como essa expectativa para levantar a moral deles, que lançavam olhares tristonhos toda vez que Julia recusava o terceiro prato de comida!
Ela também estava animada, não podia negar, lecionar era um de seus prazeres, embora não pudesse reclamar de jeito nenhum dessas pequenas 'férias' em Pallas, onde passou parte afundada nos arquivos do Witchcraftzoo, e parte em pesquisas de campo. A fauna de Pallas era tão rica, que mesmo com todo esse tempo, não pode ver tudo que gostaria. Mas antes de tudo, agora era hora de festa! Trajando um vestido azul escuro, de mangas longas e decote discreto, Julia atravessou o Hall, com Mokona impaciente nos braços.
- Comporte-se viu! - ela ralhou em reação ao 'Puu puu' reclamão - Ah Luna!! - ela se aproximou para saudar a diretora que recepcionava os convidados, mas Mokona foi mais rápida e saltou para o colo dela. - É uma pestinha essa criatura, mas ela gosta de você, não posso fazer nada... - Julia sorriu se desculpando - A festa está linda! Parabéns pela reabertura, eu sei o quanto lutaram por isso! Não vou te atrapalhar muito, vou para a mesa dos professores, espero que possamos conversar um mais depois! Venha venha Mokona...
Depois de um pouco de trabalho para desgrudar Mokona de Luna, Julia assinou o livro da entrada e seguiu para mesa dos professores, tomando o cuidado de sentar há umas duas cadeiras de distância de um professor desconhecido, mas cuja aura não era um convite à travar conhecimento, e se pôs à observar os alunos que não paravam de chegar.
Mokona Modoki!!! Puu puuuu!!!
Nobody knows who I really am, I've never felt this empty before.
And if I ever need someone to come along, Who's gonna comfort me and keep me strong?
We are all rowing the boat of fate, The waves keep on coming and we can't escape
But if we ever get lost on our way, The waves will guide you through another day
Nobody knows who I really am, Maybe they just don't give a damn
But if I ever need someone to come along, I know you will follow me and keep me strong
I want you to know who I really am, I never thought I feel this way toward you
And if you ever need someone to come along, I will follow you and keep you strong
Sexto Ano Drago
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(13/8/05 14:41)
Re: Festa de Reabertura
Nancy caminhava pelo salão. Sabia ter sido selecionada para a casa de nome Drago. Já havia observado a mesa correspondente a tal, mas ainda não se interessara em se aproximar. Gostava de notar as coisas antes de se fazer notar. Discretamente ela observava as pessoas que entravam, as conversas que elas tinhas, as mínimas curvas nas paredes do salão, um fio para fora na toalha de mesa... Enfim... Tudo!
Até então não havia encontrado ninguém que se dirigisse à mesa da Drago que aparentemente valessa a pena abordar. Duas garotas que entraram estavam muito falantes e a última coisa que a jovem Callahan precisava naquele momento era de uma tagarela em seu ouvido. Já estava sem paciência devido a discussão que tivera com Isabelle alguns minutos antes.
O olhar da jovem passou então para a mesa dos professores. Por alguns instantes ela se pôs a adivinhar qual a função de cada um deles na escola. Qual deles seria o diretor da Drago? Olhando de um por um não foi muito difícil de descobrir. A maioria tinha expressões muito felizes ou comunicativas, a não ser por um. Um homem que tinha feições entediadas. Esse sim deveria ser diretor da Drago, o único que tinha os olhos na realidade daquele momento.
Voltando o olhar então para a mesa da Drago, Nancy notou a chegada de uma outra moça. Esta parecia estar tão entediada quanto o diretor da Drago, tão entediada quanto a própria Nancy Callahan. Só o fato de ela não estar falando pelos cotovelos já era um atrativo para um aumento nos conceitos da jovem, que decidiu se aproximar.
Finalmente sentando-se na mesa de sua casa, ao lado da jovem que vira de longe, Nancy apoiou o queixo em uma das mãos em cima da mesa e, olhando para a figura que estava em sua frente, disse, num leve tom irônico:
- Divertido aqui, não?!
[off: Aimeé... Essa foi com você... ^^]
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(13/8/05 16:34)
Re: Festa de Reabertura
Aimeé sentia como se estivesse sido levada para seu túmulo.
Isso! Seu túmulo. Era o lugar que melhor descrevia como ela se sentia nessa tal Quasar Atenas.
Sempre dissera a mesma coisa para seu pai: Tudo, menos largar a França.
E o que o infeliz faz? Larga a França.
Ela tinha uma vontade imensa de esganar um por um naquele antro de idiotas.
Sentada ali ela gozava de seu mal-humor em paz, obrigada.
Já estava ruim sem ninguém para encher o saco e então uma voz feminina foi ouvida ao seu lado. - Divertido aqui, não?!
Aimeé não sabia explicar como aquela menina loira dos olhos azuis e cara de tão entediada quanto ela havia ido parar ali. Mas ela estava ali. Talvez estivesse tão mergulhada em seus pensamentos que nem a vira.
Revirou os olhos mais uma vez, estudou-a de cima a baixo antes de responder. - Muitíssimo, nunca me diverti tanto na vida. – Sorriu com sarcasmo.
Viu que a “lindona” do cabelo quase branco do lado não ia deixá-la em paz mesmo, então sorriu, o sorriso mais falso que conseguia e estendeu a mão para ela.
- Sou Aimeé Bertrand.
E silenciou, esperando que a outra se apresentasse.
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Re: Festa de Reabertura
Vladimir Alucard nunca frequentou festas tão grandes como as da QA, e estava meio inseguro, não sabendo se as pessoas iam gostar dele por causa do seu jeito.
Contendo um ar gélido e mórbido, estava no canto do salão principal observando tudo com seus olhos semi-encobertos por seus cabelos longos.
Que ele não conheçe ainda ninguém da nova morada que é a Drago
Edited by: Vladimir Alucard at: 13/8/05 21:47
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(13/8/05 19:45)
Re: Festa de Reabertura
Depois da provavelmente inesperada abordagem, a jovem com quem Nancy fez uma expressão sarcástica e respondeu:
- Muitíssimo, nunca me diverti tanto na vida.
A jovem Callahan sorriu sarcasticamente de volta. Sarcasmo... Ah, era bom conversar com uma pessoa que soubesse o usar e apreciar. Ironia e sarcasmo eram suas maiores armas, por isso ela apreciava as pessoas que realmente sabiam os usar adequadamente.
Então, inesperadamente, a jovem que estava em sua frente lhe lançou um sorriso visivelmente falso, lhe estendeu a mão e apresentou-se:
- Sou Aimeé Bertrand.
Nancy sorriu de volta. Um sorriso satisfeito. Sarcástico, sim, mas satisfeito. Respondeu então ao cumprimento que a jovem fizera, estendendo também a sua mão. Olhando-a nos olhos, apresentou-se também:
- Nancy Callahan. - ela soltou a mão da moça, que agora sabia se chamar Aimeé, e continuou num sorriso irônico - Então... Acho que concorda comigo quando digo que esse pessoal sabe realmente como animar um lugar, certo?!
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Quinto Ano Drago Princess of lust.Dignity put to dust
A virginal sight. Their apple to bite
Drink from my thighs the rain of lies A sight so cursed
An Aphrodite for mortal souls
Playing hide and seek in lecherous roles
Their erotic hour my tearless weep
Their satisfaction my infinite sleep
Naked limbs reflecting from the moon
I'll be there for you soon First wish for this night: let me be your delight
Body of a virgin sould to the Devil's kin
Your God is me in all that you see
"Se não pode vencer
o inimigo, suborne-o"
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(13/8/05 20:15)
Re: Festa de Reabertura
Ella ainda se perguntava... que é que fazia ali? Porque tinha resolvido colocar os pezinhos de fada ali outra vez? Bem, agora que la estava, nada adiantava questionar.
Festa, então? Ta bem, vamos à festa... Festas de escolas eram entediantes, eram sim. Até aquele dia, nenhuma tinha realmente feito com que ela se sentisse bem. Montes de professores babacas achando seus aluninhos (fossem eles anjos ou demônios) lindinhos... ou não.
- Ai ai... Tolices... - dizia enquanto grafava com muito cuidado o próprio nome no livro que os presentes assinavam. Tomava cuidado pois odiaria borrar o próprio nome. Se sentiria ofendida consigo mesma.
A letra muito floreada e bem feita, depois de uns minutos, secava. E ela secava também. Secava pois nada havia pra fazer ali.
Passou os dedos pelos cabelos alvos pensando que devia ter se escondido no dormitório feminino da Drago quando tivera uma chance.
Re: Festa de Reabertura
Vlad foi-se calmamente assinar o livro depois de ver como é o clima da festa.
Andando com seus pasos suaves no qual poucos percebiam, quando ele assinou o livro dava para ver a letra dele como era, seguia muito a linha das antigas escritas.
Ao sair depois de assinar o livro e sem querer esbarrou em uma garota no qual ele mal conheçia, só na hora que esbarrou os olhos dos dois se fixaram
Ao ver o nome do emblema da Drago também leu seu nome.
No qual era a Gadriella Rosseau; Vlad mal sabia o que falar ou como agir.
Soamente pediu desculpas por esbarrar nela e foi sentar na mesa da Drago com calma.
Quinto Ano Drago Princess of lust.Dignity put to dust
A virginal sight. Their apple to bite
Drink from my thighs the rain of lies A sight so cursed
An Aphrodite for mortal souls
Playing hide and seek in lecherous roles
Their erotic hour my tearless weep
Their satisfaction my infinite sleep
Naked limbs reflecting from the moon
I'll be there for you soon First wish for this night: let me be your delight
Body of a virgin sould to the Devil's kin
Your God is me in all that you see
"Se não pode vencer
o inimigo, suborne-o"
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(13/8/05 22:12)
Re: Festa de Reabertura
Esbarro. Olhos em gelo e fogo. A luz do louro-branco, o brilho de veludo do negro. O que havia para se ver ali? No fundo nada... Nada que não um forte contraste.
E Ella se interressou. Quis saber o que havia ali. Porque se espantava tanto com aquele jeito sem graça nem charme de se desculpar e fugir para a mesa, de nem saber o que dizer perante o erro.
Era como quando conhecera Bianca. Um esbarro, uma salvação, a queda, a fuga.
E Gadriella Rousseau não conseguia fugir do que era diferente. Ela amava esse tipo de coisa. Era doce ver que o mundo não era seu espelho.
Alma em chama, ela foi atras do que a atraia. A diferença, o oposto, o imã.
No meio do caminho que a colocaria em uma das cadeiras da mesa de sua casa, ela se perguntou que podia dizer. Ela era diferente dele, não queria que deixasse o erro aparecer. Queria chegar, segura e inabalavel, o coração duro e a mente quieta, o rosto sem emoção, a criatura impecavel. Quem era Ella, ela que se artifializava assim? Quem?
"Quem?" era a pergunta. A mais interressante. E ela sentou-se, perfeita como gostaria de ser, e perguntou-lhe:
- E quem é você, que tanto medo tem das dsculpas que da? - perguntou ao garoto, os braços apoiados na mesa e o corpo inclinado, exigente.
Re: Festa de Reabertura
Vlad como sempre foi fechado não sabia o que falar quando a Gadriella sentou-se do seu lado para conversar.
E dentro de dele escondia muita coisa, principalmente os sofrimentos de pessoas que o enganou, como os sofrimentos que a própria familia fazia ele ter, porque a familia dele não queria mais ninguém seguindo a linha da magia.
Porque a familia dele é de bruxos mas eles não queriam ninguém mais praticanto, mas o Vlad foi afundo e por isto que ele entrou em QA.
Vlad fala bem baixo:
- Prazer meu nome é Vladimir Alucard, desculpe por ter pertubado você donzela
- Espero não ter agido nada de errado.
Ele fica olhado intenssamente no olho de Gadriella sentinto algo dentro dela e dentro dele que não conseguiam saber, mas algo já estava destinado.
Ele ficou suando esperando o que Gadriella ia falar...
Foul snake despair
Where once you peddled secrets
Another spoils there
With speech that sweetens drowning
In deep lagoons of eyes And legs that begged apologies
For lengths that mesmerised
Limitations do not exist
When you are ahead of the crowd
With the art of confidence I reign at the throne of my soul
The value of this darkness unwinds
Travelling the other path
A hidden triumph
But obvious to the strong and wise
By understanding this reality
I remain in a twice-coloured
Re: Festa de Reabertura
S i l e n c e ~ foi o que Angels ganhou em sua carruagem vazia. Nada para fazer, apenas podia refletir com seus pensamentos e olhar o castelo que se aproximava. Sorria para o nada, enquanto os pensamentos faziam surgir idéias e aventuras vividas na ilha. Lembrava da busca pelos unicórnios quando olhava para a floresta; podia ver o forte onde fora convocado para A Tropa e teve algumas reações inesperadas quando a Louise, um caso que ainda estava tão indefinido quanto os outros; olhava para as janelas nos corredores e via suas perseguições a Kayra e Selene... também via alguém? Angels fechou os olhos e reabriu-os com calma. Não podia ter visto aquele vulto logo ali, podia? Não podia que seu... seu... pai estivesse ali. Ele estava morto! Deve ter sido apenas uma emoção do momento. Anyways, a carruagem parou e Angels desceu para unir-se ao grupo de alunos que ia para a festa de abertura.
Assinou o livro deixado a porta, o livro de presenças usual de Quasar Atenas. Ele sorria para as pessoas que passavam, algumas olhavam meio inviezado para o mesmo, mas ele tentava lembrar que elas não o conheciam e não sabiam que o uniforme da Drago nunca mudou nada para o garoto. Entrou com esse pensamento no grande salão. Estava tão ou mais bonito do que se lembrava. Dirigiu-se diretamente para a área verde, da sua amada Drago. Não pretendia conversar com ninguém, não era a sua intensão ou desejo. Apenas ficou sntado com um suco de abóbora na mão. Em seu subconciênte, deixavasse atento para qualquer aproximação... e a principal que poderia: Lou devia ter voltado para o castelo também, ele tinha de encontrá-la.
Os pensamentos voaram do salão e pousaram no último encontro dos garotos, no forte da Pallas. Lembrava-se de como tudo ocorrera tão claramente que podia tocá-la no pensamento; podia beijá-la... Sua face se contorcia em um sorriso de amor. Não podia definir o sentimento assim, mas não tenho outra palavra para tal. Apenas estava muito feliz quanto poderiamos imaginar. E assim ficou, esperando o início da cerimônia e a chegada de Louise. Ah! Lou...
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I'll always come back, 'couz it's just here that I feel like ~||home. ~~Sometimes you need to belive in your foolishdreams...