Quinto Ano Drago Princess of lust.Dignity put to dust
A virginal sight. Their apple to bite
Drink from my thighs the rain of lies A sight so cursed
An Aphrodite for mortal souls
Playing hide and seek in lecherous roles
Their erotic hour my tearless weep
Their satisfaction my infinite sleep
Naked limbs reflecting from the moon
I'll be there for you soon First wish for this night: let me be your delight
Body of a virgin sould to the Devil's kin
Your God is me in all that you see
"Se não pode vencer
o inimigo, suborne-o"
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(15/8/05 21:40)
Re: Festa de Reabertura
Pra quem se aproximara com tal brutalidade, Gadriella se espantou com os modos com que foi recebida pelo garoto. A aparência suspeita não revelara-lhe isso.
- Nunca julgue um livro pela capa... - disse ela - Não foi encomodo algum... Eu estou apenas curiosa...
Se revirou sobre seu corpo e abaixou a cabeça, até olhar o garoto de cabeça para baixo:
- Só não me pergunte o que me instiga a curiosidade... Eu não saberia responder-lhe...
Re: Festa de Reabertura
Vladimir ao ver o sorrisso de Gabriella sentiu que estava realmente amando ela, mas não podia revelar pois estva com muito medo que ele mal conheçia o pessoal da casa deles.
Mas seguiu em frente e pediu para Gadriella ir sair com ele para dar uma volta nos jardins.
Ele olhava bem fundo nos olhos dela, e estava suando não sabendo como agir e muito menos falar
Foul snake despair
Where once you peddled secrets
Another spoils there
With speech that sweetens drowning
In deep lagoons of eyes And legs that begged apologies
For lengths that mesmerised
Limitations do not exist
When you are ahead of the crowd
With the art of confidence I reign at the throne of my soul
The value of this darkness unwinds
Travelling the other path
A hidden triumph
But obvious to the strong and wise
By understanding this reality
I remain in a twice-coloured
Re: Festa de Reabertura
Era uma das raras situações em que seu cabelo rubro estava bem penteado. Havia cuidado para que cada fio rebelde estivesse perfeitamente domado e para que assim ficasse (por pelo menos míseros 15 minutos!). Odiava sua cara ao espelho daquele jeito: ficava parecendo um mauricinho, ou algum garotinho comportado. Parecia outra pessoa. Porém, tinha que ser apresentável (e se tinha algo que ele não era, na maior parte do tempo, era apresentável). Como sua mãe dissera quinze vezes, uma a cada vinte minutos, durante cinco horas: a primeira impressão era “superimportante”. Seguindo o conselho, Verne estava impecável. Sem roupas velhas ou manchadas, sem cabelo bagunçado, sem piercing na orelha esquerda.
Tomou a direção errada em um corredor e gastou mais tempo do que esperava para chegar ao salão. Perder-se na primeira vez era normal, não era? Talvez, depois, seria melhor mapear os principais caminhos. Se perder era uma “habilidade” que ele detestava ter: acontecia quando o ruivo menos queria e esperava.
Em quinze minutos, os maiores e mais cansativos da sua vida, estava na porta do salão, assinando o livro de presença.
Ah, e a timidez fazendo seu corpo oscilar mais uma vez. “Por que esse coração acelerado, meu caro?” Sua mente zumbiu, com aquele comum tom repreensivo: “Não há nada de mais. Erga sua cabeça, antes que eu te faça tropeçar! Ai sim teria motivos para andar como uma avestruz encolhida!” Bem, foi o que fez. Quem o olhasse naquele instante nunca pensaria que, na verdade, tremia por dentro.
Tomou seu lugar à mesa rosa e negra, repetindo silenciosamente o nome da casa. Vul pe cu la! Que divertido! Adorava a sonoridade daquele nome. E o espírito da mascote impetuosa crescendo dentro dele. Que vontade de explodir alguma coisa, observar a fumaça subir no ar em ondinhas aleatórias e aspirar o perfume estranho gerado na combustão.
“Para de viajar”
Sua mente novamente ralhando com ele. Acordou para o salão e para a festa que ainda não merecia ser chamada assim. Bem... Quem sabe ele poderia ajudar a animar as coisas. Mas mais tarde.
Sexto Ano Drago
Silêncio e Mistério...
Letras invisíveis
e bilhetes incendiários
Nunca nos vimos antes
Não fale, apenas olhe!
E um dia, direi o motivo...
"Se não pode vencer
o inimigo, suborne-o"
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(18/8/05 16:20)
Re: Festa de Reabertura
A parte do social da festa não era algo que apreciava muito. Mas como poderia definir, era o mal necessario. Sem fontes não se vai a lugar algum. Por isso não teve a reação que teria normalmente com o mau humor de Agatha. Apenas balançou a mão enquanto falava sorrindo:
- Boa noite para você também querida...
E com um suspiro se voltou para Luna, que após o cumprimento soltou uma lista de perguntas disparadas. Eliza deu um sorriso aberto. "magina... a Paige... trabalho..."
- Claro que Paige não deu trabalho! Foi um prazer! ... Mas creio que está ansiosa para vê-la... e ver o pai também! Falou muito de vocês na viagem...
Era importante essa parte. Afinal se planejava o fim de noite com Logan, tinha que garantir o fim de noite de Paige junto com os pais, como a própria chamava. Eliza sorrio mais calam e assim que a professora anunciou a entra lá se foi ela para dentro. Depois os dois a achariam naturalmente.
Elizabeth deu a volta no salão e foi até a mesa da Drago. Deu um olhada na mesa, sorriu. Mas não ficou. Pegou um copo de suco de uva, ou assim tinha de ser, e saiu andando.
Philosophy is a walk on the slippery rocks
Religion is a light in the fog
.
.
Again, Baby! Again... Mãe em tempo integral
Simplesmente Apaixonada
pelo Marido JJ ** Charmed One: Prue ** ** Powerpuff: Blosson ** ¤¤ A Herdeira
de Ravenclaw ¤¤ Proud Mom The Power Of The
Two… Will Set Us Free! Blessed Be!
Forever Sisters!
Chama Eterna, Phoenix Sempre!
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(18/8/05 16:39)
Re: Festa de Reabertura
Aquela festa Penélope fazia questão de não perder. Apesar de ainda se sentir culpada. Abriu a caixa com o vestido que mandou fazer para a ocasião. Azul anil, sem muitos detalhes e com um corte simples. Assim que ela terminou de se arrumar, foi fechar o quarto para descer. Nem o marido, nem os filhos estavam ali. Remy estava com o pai em Manchester, deveria retornar em breve. Já os gêmios e aninha estavam com JJ na Bahia. Provavelmente sendo pararicados pela avó. Ela se sentia extremamente sozinha nos aposentos bagunçados pelas pelas próprias coisas. Sem brinquedos, ou livros do marido. Penny fechou a porta antes que pudesse mudar de idéia.
- Tenho que ir....
Desmanchou o rosto de quase choro e sorriu. Afinal todos estariam lá para celebrar. Desceu as escadas e foi sem paradas até o salão. Chegando na porta ouviu uma voz conhecida.
- Vamos todos entrando... a festa vai que começar!!!
- Luna!!! - Penny cumprimentou apenas segurando as mãos - Que bom encontra-la...
Foi o tempo de falar e uma coisa fofa se jogou no colo de Luna. Seguida por uma senhorita. Uma das novas professoras.
-É uma pestinha essa criatura, mas ela gosta de você, não posso fazer nada... - Julia sorriu se desculpando - A festa está linda! Parabéns pela reabertura, eu sei o quanto lutaram por isso! Não vou te atrapalhar muito, vou para a mesa dos professores, espero que possamos conversar um mais depois! Venha venha Mokona...
- Julia... finalmente estou encontrando a pessoalmente!! Seja bem vinda!... Creio que Luna já andou contando das pessoas maravilhosas e um tanto... um como poderia dizer.... alegres que trabalham aqui... Vamos entrar.... a maioria aqui sabe o caminho...
Penny Liderou o grupo em direção a uma mesa e distribuiu cervaja amanteigada para as duas.
- Esse momento merece realmente uma comemoração.
As around the sun the earth knows she's revolving
And the rosebuds know to bloom in early May
Just as hate knows love's the cure
You can rest your mind assured that
I'll be loving you always
Quarto Ano Drago
If patience is a virtue
So we can say that I have it
But this is not everything I am
I am so much more than this
Amused and active Mysterious and sarcastic
Yes, this is me
But again I say: I´m not just that
I have much more to offer
If you deserve my a.t.t.e.n.t.i.o.n
You only will discover Who I really am
If you really want...
Do.you.want?
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(20/8/05 18:30)
Re: Festa de Reabertura
Fora uma manhã miseravelmente normal aquela, da sua chegada. Ok, quase normal. Mas depois de um pequeno desentendimento no porto, umas voltas pela nova escola e o anúncio de uma festa de boas vindas, Karol percebeu que muito pouco mudou em sua vida. A única grande diferença era que não estava mais no Reino Unido, em Hogwarts, debaixo da proteção de seu pai e os cuidados de sua mãe. E aquilo era desconfortável. Sentia-se vulnerável, frágil e um pouco perdida. Qualquer um que conhecesse os Cohen, saberia que essas eram as piores sensações do mundo para eles.
Mas o fato é que Karol tratou logo de mandar a insegurança para o espaço. Conversou com algumas pessoas de sua casa, se inteirou do que é que acontecia naquele colégio, quem era quem, quem fazia o que. Era bom já ir selecionando quem teria ou não o prazer de sua companhia, uma vez que ela, apesar de espontânea e divertida, não se misturava com qualquer um. Tentou fazer Belle se enturmar também, apresentou-a a algumas pessoas, mas sabia que não adiantaria força-lá se esta não quisesse. Quem sabe até o final do ano não arrancava da irmã aquele semblante tão adulto e fazia-a se socializar com o resto da escola? Quem sabe naquela noite na festa?
As irmãs Cohen travavam agora uma batalha no dormitório da Drago, tudo por causa da tal comemoração de boas vindas. Já tinham batido boca, trocado insultos e até partido para uma guerra de travesseiros, mas as duas estavam irredutíveis. Belle nem reclamou dos cabelos bagunçados, uma vez que ninguém estranho via a cena. Para muitos aquilo podia parecer uma briga selvagem, mas os que conheciam sabiam que aquilo era normal para as duas. Discutiam só porque se gostavam demais para ignorar uma a outra.
Agora as gêmeas se enfrentavam encima da cama da loira, mãos contra mãos, para ver quem é que vencia a discussão. Karol tentava convencer Belle de ir à festa e se sociar, Belle tentava enfiar a irmã num vestido extravagante.
- Não vou com você vestida de qualquer jeito, Karol.
- E eu não vou colocar esse vestido ridículo, Belle.
- Então não vou.
- Lance vai estar lá.
- Eu não ligo.
- Nancy vai estar lá.
- Eu não ligo.
- Eu quero dizer que os dois vão estar juntos lá.
Belle respirou, largou da irmã e se ajeitou, sem responder uma só palavra. Karol olhou para a irmã, com a maior cara de idiota do mundo, sem saber o que foi que a ofendera. "Vá de qualquer jeito. Eu não vou", Belle disse aos suspiros e se enfiou debaixo das cobertas.
- Ah, qual é, Belle.
- NÃO VOU!
- Vai ser divertido.
- Não vou.
- Vai estar todo mundo lá.
-Por favor, me deixa... - disse com uma voz chorosa - Não quero ir.
A loira sorriu: a irmã estava fazendo teatro mais uma vez.
Levantou da cama e foi se arrumar. Foi até o banheiro, tomou banho, lavou os cabelos e saiu quinze minutos depois enrolada em uma toalha. Belle continuava debaixo das cobertas, o rosto enterrada no travesseiro. Karol secou os cabelos, deixando-os levemente ondulados como gostava, e passou uma maquiagem leve para parecer tudo muito discreto e natural. Colocou uma saia cor de rosa e uma jaqueta jeans sobre uma blusinha branca e fina. "Emprestou" um sapato de salto baixo da irmã e com varinhas sob as vestes, foi se despedir de Belle.
- Tchau Bel... - se jogou sobre a irmã e a beijou na bochecha. - Te vejo na festa. E saiu atrás de diversão.
O salão principal estava começando a encher. A primeira coisa que chamou sua atenção foi a decoração pobre. Sentiria saudades das festas organizadas por sua mãe na luxuosa mansão Cohen, tanto pela beleza quanto pela badalação. Talvez a França fosse mesmo a melhor opção, não estaria tão longe de casa. Em seguida, tirando pensamentos impossíveis da cabeça, Karol varreu o salão com os olhos a procura de amigos. Sua única conhecida era Nancy, mas devido ao ocorrido naquela manhã achou melhor não ir conversar, apenas acenou.
Seguiu até a mesa da Drago, se sentando perto das meninas com quem conversara de manhã. Se serviu de uma taça cheia de cerveja amanteigada e bebeu tudo de um só gole. Começava a achar que Quasar Atenas não era tão ruim assim, mesmo que se localizasse no hemisfério subdesenvolvido do globo terrestre. Tinha gente, diversão e a sua nova casa era uma cópia quase fiel da amada Sonserina. Só restava saber se teria chances de ganhar uma vaga no time de quadribol. Se conseguisse, jurava não reclamar mais de ter sido mandada pra aquele fim de mundo, teria coisas mais importantes para se preocupar.
Se serviu de mais cerveja amanteigada. E mais e mais. Sentia falta daquelas bebidas de nomes engraçados que seus amigos trouxas preparavam. Era uma besteira as regras das escolas proibirem esse tipo de coisa, tinha pego umas receitas, poderia animar muito mais as festas caídas daquele lugar. A única coisa que tinha para arrancar risadas era jogar feitiços, discretamente por entre pratos, às mesas da Mono, Vulpe e Phoenix. Ridículo. Talvez devesse esperar para dar risadas quando Ahelissa e Alexis decessem, eram milhões de vezes mais engraçadas simplesmente ao se olhar para elas, falsamente inocentes. Por falar nelas... onde andava esse povo? Queria um pouco mais de diversão.
(off: editado para dizer que as ações da Belle foram autorizadas pela própria)
Not ass.w.e.e.tas it can seem Maybe a littleshyandconfused But don´t fool yourselves
With this simplea.p.p.e.a.r.a.n.c.e
Do you have theabsolute certainty that you w.a.n.n.a faceus? Well...bettert.h.i.n.k t.w.i.c.e
It's hard to close a loving door
But, sometimes it's time
to say goodbye.
You've been a wonderful friend,
But, unfortunately, even great things must have an end.
I'm a proud Monoceros!
Posts: 56
(21/8/05 13:29)
Re: Festa de Reabertura
Por muito tempo, Helena viu os alunos de Quasar Atenas passarem de lado a outro da Ilha, fazerem compras no centro comercial, passearem na praia e chegarem no porto. Sempre observou curiosamente o comportamento de muitos deles durante os incidentes ocorridos nos arredores da escola e se supreendeu quando muitos foram tão imaturos quanto os bruxos das trevas ao se envolverem com o lado do Mal. Com a tranquilidade característica, adentrava ao Salão à espera de seus novos alunos e pupilos que chegariam dentro de poucos instantes. Ao entrar, encontrou-se com Luna Signore a espera na porta, e cumprimentou-a com um leve sorriso.
- Boa noite, Luna. Como está?
Fora avisada para que se sentasse à mesa dos diretores e esperasse seus companheiros por lá mesmo. Seguiu até seu destino e encontrou com Colin, diretor da Drago. Sorriu, por mais que a certeza que o sorriso não seria respondido. Cumprimentou-o tão educadamente como sempre fora, talvez até mais.
- Boa noite, sr. Vaughn.
A sinceridade de sua educação era claramente explícita. Algo muito notável em Helena era a falta de falsidade, algo que muitas vezes a atrapalhava. Sentou-se no seu espaço e passou a observar a suntuosa decoração do Salão. O frio também era algo evidente; conhecendo a Ilha de Pallas como conhecia, era óbvio que não passaria frio. Vestia o sobretudo da Monoceros e, por baixo, um discreto vestido longo, preto. Seus cabelos estavam soltos, e somente a franja presa acima da orelha direita. Assim que o relógio soou 20hrs, os elfos abriram o Salão e os olhos de Helena encheram-se de felicidade. Era sua primeira turma que adentrava, pronta para um novo ano, cheio de novidades. Recebeu seus alunos da forma mais carinhosa possível, para que todos se sentissem bem e acolhidos na Monoceros. O orgulho de ser diretora passava dos limites e queria transparecer isso aos seus alunos.
at the end of the world or the last thing i see,
you are never coming home, never coming home. could i? should i?
and all the things that you never ever told me,
and all the smiles that are ever gonna haunt me;
never coming home. never coming home. could i? should i?
and all the wounds that are ever gonna scar me,
for all the ghosts that are never gonna catch me,
if i fall... if i fall... down...
Sexto Ano Drago
A esperança é um ótimo dejejum,
mas um péssimo jantar
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(21/8/05 17:10)
Re: Festa de Reabertura
Agatha estava sentada la de baboseiras aquilo tudo parecia um grande circo para Agatha com seus inúmeros palhaços imbecis conversando e rindo o que enjoava Agatha a cada minuto que se passava, ela mau sabia o que ainda fazia la sentada algumas pessoas estranhas chegavam e sentavam na mesa da Drago e ficavam conversando Agatha estava cansada mais queria ver quem voltaria para QA esse ano se pelo menos alguém que se preze ou vale a pena conversar.
Sorrisos, Meguice,
Educada e um tanto
*cute* demais!
Ela não é adoravél?
Algo está errado...
*Sweet Faerie*
Pro alto e avante Phoenix! O céu não é o limite!
Posts: 22
(25/8/05 13:22)
Re: Festa de Reabertura
Kelly estava sentada na beirada da cama com os pés para cima. Tentava arrumar coragem para se levantar. Tinha que ir até o salão para a reabertura. O cabelo, escorrido por natureza nem precisou de muita atenção. Apenas escorregou as mãos pelo vestido para tirar os amassadinhos por estar sentada.
Ela já tinha estado na Drago. Ela já tinha tido os olhos azuis. Agora sem precisar se esconder, estava na casa certa. Com seus verdadeiros olhos castanhos e puxados. Ela era como diziam o pai em formas femininas. Com um vestido creme com flores delicadas aplicadas ela finalmente deixou a Phoenix para trás e seguiu até o salão.
A entrada do salão estava vazia. Provavelmente estava atrasada. Olhou o livro em cima da mesa achando que era algum recado. Talvez a festa tivesse mudado de lugar. Não... era ali mesmo. Só precisava assinar. rabiscou o nome e logo entrou.
Como estava lindo! Realmente era uma festa linda. Logo localizou sua mesa. Pegou um copo de suco que um elfo oferecia. E tomou um gole.
- Lindo...
De longe viu alguns rostos conhecidos. Mas não adiantava acenar agora. Ninguém a reconheceria assim. Kelly ficou olhando o local, e andando. Passando por vários grupos, sem ser reconhecida. Passou pelas professoras, as quais fez um pequeno aceno. Elas sabiam quem era ela. Estranhou a ausência de alguns. E mesmo do ministério não ter mandado ninguém. Mas isso era perfeito demais.
- Que flores lindas....
Disse esticando as mãos para alcançar um cacho que pendia do alto. Mas estava um pouco mais alto do que ela poderia alcançar. Mesmo assim ela se esticou. E acabou perdendo o equilibrio. Tentou se segurar de qualquer jeito no arranjo. Os dedos não alcançavam. E se aquele suco caísse arruinaria seu vestido. Kelly deixou o copo cair do lado derramando o suco em cima de um garoto. Em seguida quem caiu sentada foi ela.
Apesar do tombo, ela olhou rapidamente para o garoto.
- Ai... me desculpa!!! Mil desculpas... eu não... desculpa! - colocou as mãos no rosto - Eu nem conheço você... e já causo uma bagunça dessas... - olhando a roupa dele cheia de suco - Eu posso lavar pra você... usar um feitiço de limpeza....
(off - quem levou o banho foi o Verne. Pelo menos foi essa a intenção. Se num quiser desconsidere ok!)
*~* New Version *~*
*~*~* No masks, No lies *~*~*
*~*~*~* No more, No less *~*~*~*
........Just........
Re: Festa de Reabertura
Amanha tinha sido pacata. Nada muito normal de minha vida. A QA era uma escola magnifica, sua beleza não poderia ser descritas com minhas palavras.
Após ser hospedada no dormitório da Vulpecula, pude ver diversos alunos, alguns de minha idade, outros mais novos ou mais velhos. Não conhecia ninguém e não ousei lhes direcionar uma palavra sequer.
Fiquei horas na cama, apenas sentada olhando a paisagem, arrumei algumas roupas e ao saber sa festa de reabertura pois a me arrumar. Não vesti nada muito refinado. Apenas as roupas que meus pais odiavam.
Uma saia negra, lisa sem babados. Coturno de cano longo, e meias 4 palmos a vista em diversos tons avermelhados.
Uma blusa longa e colada ao corpo, negra mas com diversos detalhes em formas de pequenas borboletas, após ajeitar os cabelos ruivos desci, todos já haviam saido e quando cheguei na entrada do salão não havia mais ninguém.
Andei um pouco até ver o livro a ser assinado. Escrevinhei mu nome um tanto ansiosa e caminhei até o salão.
Avistei a mesa da Vulpecula, rosa e negra, havia muitos ali, apenas fiquei olhando de soslaio para a mesa dos Drago, não me interessava muito pela casa, não gostava deles, e não pude contar meu olhar de revolta a eles.
Sentei-me e fiquei apenas observando a todos, não reparei muito na decoração, apenas esperava alguém vir a falar comigo.
Por alguns instantes fiquei olhando os professores que chegavam, não reconhecia ninguém. Me senti muito deslocada, todos ja estavam conversando...
Edited by: Madeleyne de Pryor at: 31/8/05 9:43
Sexto Ano Drago
A esperança é um ótimo dejejum,
mas um péssimo jantar
Posts: 146
(7/9/05 16:58)
Re: Festa de Reabertura
Agatha já estava entediada aquilo tudo estava dando sono nela, aquela “festa” se aquilo podia chamar de festa um bando de imbecil conversando felizes e alegres por voltar ao colégio. Agatha brincava com sua varinha entre os dedos quando percebeu um garoto na mesa da Mono igual ao um velho amigo seu. Agatha chamou interessante talvez fosse hora de agitar aquilo um pouquinho. Agatha pegou o guardanapo em cima da mesa e lançou um pequeno feitiço para que leve vira-se uma bolinha de papel, Agatha olhou em volta para ver se tinha alguém olhando o que ela tava fazendo mais todos também parecia entediados ou ocupado de mais. Agatha entortou seu garfo e tacou a bolinha em direção ao garoto.
Re: Festa de Reabertura
A ''festa'' estava indo de mal a pior, eu começara a ficar até mesmo com sono, suspirei tédio algumas vezes, dei mais uma olha ao redor... Nada muito animador...
Fiquei brincando com meu anel de prata, jogando ele de mão em mão, até que ele caiu no chão, rolando.
Me levantei bruscamente, olhando em volta, abaixei-me um pouco, não achava ele.
-Droga!!! - exclamei muito irritada, eu queria meu anel de volta.
Comecei a andar entre a mesa, olhando no chão. Fiquei destraida a procura d meu anel, ignorando qualquer um que viesse ao meu encontro...